Bolinhas Dolce & Gabbana
julho 20th, 2010 § 1 Comentário
NY Journal: Dia 14, a Bill T. Jones
julho 16th, 2010 § Deixe um comentário
Hoje foi dia de conhecer a Bill T. Jones/Arnie Zane Dance Company. E, se eu pudesse, iria de novo. O vigor técnico, a sensibilidade poética e a capacidade dos bailarinos e do coreógrafo de realmente comunicar através da dança são impressionantes. No programa de hoje, Fondly do we hope… Fervently do we pray, a companhia parte da história do ex-presidente Abraham Lincoln para deixar no ar ideias sobre preconceito, racismo, discriminação e guerra. E a capacidade do ser humano de fazer o mal a si mesmo.

Cena de Fondly do we hope... Fervently do we pray (fonte: sfgate.com)
A dica do dia fica para a necessidade de planejamento prévio quando se vai a alguma peça em NY. O espetáculo era no Rose Theater que, apesar de ser parte do Lincoln Center, não fica propriamente no Lincoln Center (se pensarmos o centro como o complexo que traz o Met Opera e o Avery Fisher Hall). Cheguei à praça principal, na rua 66, e faltando dez minutos para o terceiro sinal descobri que meu teatro era na Broadway com a rua 60. Ok, corremos e chegamos a tempo, mas ficou a lição de 1) sair com uma hora e meia de antecedência, para a eventualidade de não conseguir taxi e 2) usar o google maps e anotar tudo no bloquinho amarelo. Vivendo e aprendendo.
NY Journal: Dia 13, a B&H e a entrevista
julho 16th, 2010 § 1 Comentário
Um dos lugares obrigatórios aqui em NY, não só para os amantes de fotografia, é a B&H Photo e Vídeo. Ela surgiu na década de 70, em uma casinha no Lower East Side, e hoje é uma loja enorme, com mais de 1.500 funcionários.
O que é muito interessante, além da variedade enorme de produtos, é a organização do lugar, com filas separadas, esteiras rolantes que mandam o produto direto do estoque para a mesa do vendedor que está te atendendo e placas em todos os cantos para ninguém ficar confuso com o tamanho do lugar. Sem dúvida, vale tirar um tempo para conhecer e ver tudo o que eles oferecem.
Mas, como nem tudo nas férias é descanso, depois de comprar uma lente que em breve vou estrear para o HLM parti para uma entrevista que consegui com um pianista aqui de NY. O moço tem 32 anos, é formado pela Juilliard (a melhor escolha de música dos EUA), tem sete ou oito álbuns gravados e concordou em conversar um pouco comigo sobre o ensino de música nas escolas por aqui. Se tudo der certo, vira um capítulo do livro que estou escrevendo sobre o ensino de música no Brasil. Mas só depois de publicar o NY Journal, claro.
Dias 12, MoMA e cinema
julho 15th, 2010 § Deixe um comentário
A chuva deu uma atrapalhada nos planos de ontem, dia 14. Como ainda tínhamos o MoMA para visitar, não houve dúvida: ao ver o céu branquinho e carregado, rumamos para a rua 53.
As exposições do MoMA estão muito legais. Além de peças mais contemporâneas, as mostras trazem os clássicos que todo mundo gosta de ver (e, não sei por que, fotografar; que ódio). Andei por muitos Van Gohgs e Pollocks e consegui ver alguns Cézannes e Magrittes, meus all time favorites. O mais legal foi o audiotour, que é gratuito e traz declarações de curadores e editores de suplementos de arte. O que me desapontou profundamente foram os turistas. Não sei se eles eram mais comedidos no ano passado, mas foi um festival de pessoas fotografando, falando alto e, pasme, caçoando de algumas obras (não quero comentar).
Depois do MoMA, a chuva estava pior. Aproveitamos para conferir um desses cinemas com Real 3D e assistimos Despicable Me, uma animação hilária que traz no elenco o Steve Carrel e o Jason Segel, o Marshall do How I Met Your Mother. O 3D é de fato bem legal, os óculos são menores e mais confortáveis e não foi tão cansativo para os olhos quanto eu pensei. Que modernidade, não, minha gente?
NY Journal: Dia 11, a chuva
julho 14th, 2010 § Deixe um comentário
Uma das coisas mais legais de se fazer em Manhattan é andar sem rumo. Na verdade, andar com um rumo, mas sem rota definida, é o segredo, porque você vai acabar encontrando muitas coisas legais no caminho do ponto A até o ponto B que merecem ser vistas.
Ontem, o roteiro era simples: comprar uma toalha descartável para piquenique na Bed, Bath and Beyond (de preferência quadriculada, vermelha e branca), tomar um café e voltar para o hotel, para sair de novo às cinco horas, pegar a cesta da Amanda Smith Caterers e assistir ao concerto da filarmônica no Central Park. Mas a chuva acabou com a ideia do concerto logo de cara. Mesmo que não chovesse à noite (choveu), o gramado do Central Park estaria enxarcado.
A solução foi improvisar e desvirtuar o roteiro, o que acabou rendendo dois pares de sapatos da Zara, alguns CDs de óperas na loja do Metropolitan Opera House, um café e uma partitura da Barnes and Nobble e um piquenique improvisado no quarto do hotel. Não é só no Jazz que improvisar é legal.




