Dance like no one is watching
maio 10th, 2011 § 1 Comentário
Você tem vergonha de fazer dancinhas cafonas na balada quando não está alcoolizado? Gostaria de fazer na faculdade a coreografia para Judas que ensaiou no banheiro de casa, mas não tem coragem? Seus problemas acabaram.
Em apenas 75 segundos, Anna Dello Russo legalizou as dancinhas bregas. Se a editora da Vogue Japan pode, todo mundo pode. Sijoga, Annoca.
Agradecimentos especiais à nossa cool-hunter @vivygarbelini.
Relógios Converse
maio 9th, 2011 § 1 Comentário
A Converse foi além do All Star e se lançou no mundo dos relógios. A marca aposta em sete linhas diferentes, com produtos coloridos, analógicos, digitais, design militar, com pulseira de nylon ou em estilo aviador.
Dependendo do preço que chegar por aqui, eles podem rivalizar muito bem com os modelos informais da Swatch. A conferir.
Suri na Glamour UK Best Dressed List
maio 6th, 2011 § 1 Comentário
Suri Cruise, que já nasceu usando Chanel e MAC, assegurou seu lugar no mundo da moda mais uma vez. Na recém-divulgada Glamour UK Best Dressed List, Suri foi consagrada com o 21 lugar, à frente de Sarah Jessica Parker (23), Nicole Richie (25) , Christina Hendricks (33) e Eva Longoria (35).
Insira aqui seu trocadilho sobre berço de ouro: __________________
Imagem: Trends Updates
Lugar de moda é em museu?
abril 25th, 2011 § 1 Comentário
As exposições voltadas para o mundo da moda estão se multiplicando ao redor do mundo nos últimos meses (ou anos). São Paulo mesmo está para receber uma sobre o guarda-roupa de Grace Kelly. Mas uma reportagem do The New York Times levantou uma discussão que nunca tinha passado pela minha cabeça. Museu é lugar de moda?
Quem acompanha (e quem faz) o HLM provavelmente dá apoio incondicional à causa e nós seríamos os primeiros a fazer fila em qualquer exposição que tenham croquis ou manequins, mas é uma boa discussão.
Alguns críticos de arte torcem o nariz. Valerie Steele, do museu do Fashion Institute of Technology, tenta explicar: “É claro que percebemos que arte é comercial, mas ela pode ultrapassar isso, enquanto roupas não podem”. Transcendental ou não, as exposições de moda enchem os cofres dos museus porque são de interesse dos principais frequentadores de exposições, as mulheres.
Outra preocupação dos mais tradicionais é a possibilidade de transformar uma exposição em propaganda. ” Nós não queremos ser um veículo de propaganda para a marca”, afirmou uma das curadoras do Philadelphia Museum. O Met, de Nova York, foi bastante criticado quando, em 2005, recebeu uma exposição sobre a Chanel, que foi patrocinada pela própria maison.
Alguns artsy, no entanto, não são contra a exibição de roupas nos museus. “É dever dos museus ignorar muita arte ruim”, conta o crítico Dave Hickey. “O maior problema é que há muitos museus com muito espaço para ser preenchido. Não vejo porque eles não devem ocupá-lo com Balenciaga ao invés de algum artista hippie do Colorado”, ele explica. “Os bons designers são artistas e são interessantes”















